24 ENTIDADES AUTORIZADAS PELO GOVERNO BOLSONARO ARRECADARAM BILHÕES EM DESCONTOS DE APOSENTADOS, E NADA FOI FEITO CONTRA IRREGULARIDADES!

 

Um escândalo de proporções bilionárias está chocando o Brasil! Durante o governo de Jair Bolsonaro (2019–2022), 24 das 34 entidades que operam descontos associativos em benefícios previdenciários receberam autorização ou tiveram seus acordos renovados pelo INSS, faturando mais de 5,6 bilhões de reais diretamente dos bolsos de aposentados e pensionistas. Enquanto evidências de irregularidades se acumulavam, nem a Controladoria-Geral da União (CGU) nem a Polícia Federal (PF) do governo Bolsonaro tomaram medidas efetivas para barrar o esquema, deixando milhões de idosos vulneráveis à exploração financeira!
De 2019 a 2022, 26 Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) foram assinados ou renovados, permitindo que 70% das entidades ativas no período continuassem descontando mensalidades das aposentadorias, muitas vezes sem o consentimento claro dos beneficiários. Reportagens explosivas do Jornal Nacional sobre a CONAFER (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares do Brasil) revelaram denúncias de descontos indevidos e falta de transparência, com a entidade arrecadando R$ 688,5 milhões entre 2019 e 2024. Já o Domingo Espetacular, em matéria apresentada por Roberto Cabrini, expôs o caso da AMBEC (Associação de Aposentados Mutualista para Benefícios Coletivos), que faturou R$ 337,7 milhões entre 2022 e 2024, com relatos de aposentados que nunca autorizaram os descontos. Apesar dessas denúncias, o governo Bolsonaro não agiu para coibir as práticas, permitindo que o esquema prosperasse.
Um rombo de R$ 5,6 bilhões e omissão do governo
Das 24 entidades autorizadas ou renovadas no governo Bolsonaro, 10 têm valores discriminados, totalizando R$ 5.627,5 milhões (mais de 5,6 bilhões de reais) em arrecadações:
  • CONTAG: R$ 3,435 bilhões (2016–2024).
  • CONAFER: R$ 688,5 milhões (2019–2024).
  • COBAP: R$ 370,8 milhões (2016–2024).
  • AMBEC: R$ 337,7 milhões (2022–2024).
  • CBPA: R$ 190,7 milhões (2023–2024).
  • CAAP: R$ 157,8 milhões (2022–2024).
  • ABCB/AMAR BRASIL: R$ 147,8 milhões (2022–2024).
  • UNIVERSO: R$ 144,4 milhões (2022–2024).
  • AAPB: R$ 99,8 milhões (2022–2024).
  • AP BRASIL: R$ 57 milhões (2022–2024).

Outras 14 entidades, como SINTAPI/CUT e SINAB, também operaram, mas seus valores estão na categoria “Outras” no Relatório da CGU. Mesmo com essas evidências, a CGU e a PF do período nada fizeram para proteger os aposentados.
Silêncio ensurdecedor frente às denúncias
As matérias do Jornal Nacional sobre a CONAFER destacaram como a entidade, autorizada em 2022, descontava mensalidades sem autorização explícita, afetando milhares de beneficiários. A investigação de Roberto Cabrini sobre a AMBEC revelou histórias de idosos que descobriram descontos em seus benefícios sem nunca terem assinado qualquer contrato. Essas denúncias, amplamente divulgadas, não resultaram em ações concretas do governo Bolsonaro para suspender os ACTs ou investigar as entidades. Enquanto aposentados lutavam para sobreviver em meio à crise econômica e à pandemia, essas associações continuaram a lucrar, amparadas por autorizações do INSS.
O Brasil precisa de respostas! Por que o governo Bolsonaro permitiu que 24 entidades operassem ou renovassem acordos, mesmo com evidências de irregularidades? Por que a CGU e a PF não agiram para proteger os idosos? É hora de exigir justiça e transparência para os milhões de aposentados que tiveram seus direitos violados!
Lista das 24 entidades autorizadas ou renovadas no governo Bolsonaro (2019–2022):
  1. ACOLHER (antiga APDAP PREV) (97,5%)
  2. CEBAP (100%)
  3. COBAP (70,8%)
  4. ABCB/AMAR BRASIL (96,9%)
  5. CBPA (100%)
  6. RIAAM BRASIL (100%)
  7. AP BRASIL (84,6%)
  8. CONAFER (100%)
  9. CAAP (99,5%)
  10. FITF/CNTT/CUT (33,3%)
  11. UNIVERSO (97,5%)
  12. UNASPUB (100%)
  13. CINAAP (100%)
  14. SINTAPI/CUT (16,7%)
  15. SINAB (100%)
  16. ABRAPPS (25,0%)
  17. AMBEC (100%)
  18. AAPB (100%)
  19. ANAPI (100%)
  20. UBAP (100%)
  21. ANAPPS (100%)
  22. UNIBAP (100%)
  23. SINDIAPI/UGT (100%)
  24. CONTAG (83,3%)

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